Missão e Política

 

 

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Missão: A Comissão de Controlo da Infecção (CCI) do Centro Hospitalar de Setúbal (CHS) é um órgão de assessoria técnica de apoio à gestão, na área de prevenção e controlo da infecção. Conforme determinado por Despacho da Direcção Geral da Saúde, tem como missão levar a cabo as acções necessárias à implementação do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde (IACS).

As acções da CCI são extensivas a todos os serviços dos hospitais que integram o Centro Hospitalar: Hospital de São Bernardo (HSB) e Hospital Ortopédico Sant´Iago do Outão (HOSO).


A Política de Controlo da Infecção do Centro Hospitalar desenvolve-se em 4 vertentes principais:

Vigilância Epidemiológica (VE)
As taxas de infecção associada aos cuidados de saúde registadas na instituição, são um indicador de qualidade e de segurança dos cuidados prestados. A VE das IACS é fundamental para orientar as acções dos profissionais de saúde com responsabilidade em controlo da infecção. Permite identificar problemas e estabelecer prioridades, sendo uma forma de avaliar a eficácia das actividades de controlo da infecção. A VE, só por si, encoraja os profissionais que prescrevem e prestam cuidados, a cumprir as recomendações de boa prática sendo, também, um processo eficaz na redução da infecção hospitalar.
As acções de VE de Infecção poderão ser contínuas ou efectuadas a intervalos regulares, durante um período suficientemente longo para obter dados significativos. Podem ser dirigidas a serviços de maior risco ou a infecções de maior gravidade ou maior frequência e maiores custos. Poderão ser efectuados estudos de incidência ou de prevalência da infecção hospitalar. Deverão ser, também, efectuados estudos de vigilância laboratorial. O seu intuito é a identificação de situações passíveis de melhoria através da mudança de práticas.
A aplicação de métodos de VE padronizados a nível nacional (Rede Nacional de Registo) ou internacional (Rede Europeia de VE) tem a grande vantagem de permitir comparar os resultados do Serviço ou Hospital avaliados, com os de outros idênticos, tornando possível a determinação de valores médios e a identificação de desvios susceptíveis de correcção. Assim, o CHS deverá participar nos estudos de VE em curso a nível nacional, que lhe são aplicáveis.

Recomendações de Boas Práticas
A prevenção das infecções hospitalares começa com a adopção de boas práticas por todos os profissionais de saúde. No que respeita ao controlo da infecção, existem práticas recomendadas e cientificamente validadas como eficazes na diminuição da incidência de infecções nosocomiais. Os profissionais que prestam cuidados deverão conhecer tais recomendações e compreender a importância da sua aplicação. As recomendações consideradas primordiais na prevenção da infecção hospitalar no CHS, serão editadas sob a forma de procedimentos, adiante descriminados. Tais procedimentos visam a uniformização das práticas de assepsia, higiene e segurança de utentes e profissionais, de modo a prevenir a transmissão cruzada de infecção. Deverão ser divulgados pelo CA sob a forma de Circular Normativa e sujeitos a revisão de três em três anos.
Para além dos procedimentos que operacionalizam esta Política, poderão existir outros documentos que compilam recomendações de actuação no controlo da infecção, nomeadamente, Manuais de Práticas na área de Controlo da Infecção. A edição de Folhetos Informativos e Cartazes servirá para complementar as informações anteriores com o intuito de alertar os profissionais, os familiares ou outros para aspectos fundamentais das práticas de controlo infeccioso.

Avaliação das Práticas de Controlo da Infecção
Os instrumentos utilizados para avaliação de práticas de controlo infeccioso fazem parte do Programa Anual de Auditorias da CCI e incluem:
• Auditoria às Estruturas de Higienização das Mãos;
• Auditoria à Higienização do Ambiente no CHS;
• Auditoria ao Circuito da Rouparia;
• Auditoria ás Práticas de Higienização no Circuito de Alimentação;
• Auditoria à Triagem de Resíduos Hospitalares.
Os resultados das Auditorias serão analisados pela CCI, sendo divulgados em Reuniões Clínicas Hospitalares com participação dos Membros Dinamizadores e dos Directores/ Responsáveis e Enfermeiros-Chefes. Serão alvo de discussão e análise, sendo propostas soluções de melhoria nos casos em que se justifique. Serão, ainda, emitidos relatórios, divulgados aos serviços avaliados e aos Órgãos de Gestão do CHS.

Formação e Informação
A formação e informação contemplam as políticas, procedimentos e práticas que orientam a prevenção e controlo da infecção e são dirigidas a todos os profissionais e utentes do CHS. Os conteúdos deverão ser definidos para cada ano, de acordo com as actividades planeadas.
A formação será direccionada e específica para os vários grupos alvo, organizada por módulos, sendo programada antecipadamente pela CCI em articulação com o Serviço de Gestão de Formação do CHS. Poderão ser realizadas, ainda, acções de formação em serviço, que contemplam uma componente prática de aplicação dos conhecimentos adquiridos. Serão registadas as presenças e analisada a participação dos vários grupos profissionais.