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Centro Hospitalar de Setúbal
Sábado 25-11-2017 | 01h47m
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Política de qualidade
Política de Qualidade
ENQUADRAMENTO
O Centro Hospitalar de Setúbal (CHS) assume a Qualidade como desígnio fundamental, na área clínica e não clínica, e está empenhado em garantir a sua melhoria contínua, de forma a satisfazer as melhores expectativas de doentes, familiares, acompanhantes e profissionais, as leis e os códigos de boa prática vigentes, nas unidades de saúde que o compõem: Hospital de S. Bernardo (HSB) e Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão (HOSO).

O CHS define como Princípios da Qualidade: a prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade; o investimento na formação e valorização das competências técnicas e humanas dos profissionais; o respeito pelos utentes e pelas suas sensibilidades pessoais, culturais e religiosas; a articulação com os doentes e seus familiares no processo de reabilitação e na prestação de cuidados continuados; a promoção de um ambiente seguro e saudável para profissionais e utentes e a utilização eficiente dos recursos disponíveis.

ESTRUTURA DA QUALIDADE
Pretende-se criar um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) participativo, com o envolvimento do pessoal, doentes e colaboradores do Centro Hospitalar, identificar a estrutura organizacional e as responsabilidades inerentes e criar e/ou adoptar um conjunto de indicadores que permitam fazer a revisão dos progressos face aos objectivos traçados anualmente.


Gabinete da Qualidade (GQ)
Será o órgão, dependente do Conselho de Administração (CA), com directa responsabilidade na definição e implementação da Estratégia de Melhoria da Qualidade do CHS.
Compete-lhe:
-    Defender os Princípios da Qualidade pelos quais o CHS se rege
-    Implementar e/ou analisar a evolução de indicadores da qualidade
-    Coordenar o Sistema de Gestão Documental da Qualidade (SGDQ)
-    Planear e realizar auditorias internas da qualidade
-    Elaborar Planos de Melhoria da Qualidade
-    Propor e/ou apoiar a aplicação global, sectorial ou local de programas de certificação e de acreditação, conforme a opção estratégica do CHS
-    Promover o envolvimento de todos os profissionais nas actividades relacionadas com a melhoria da qualidade
-    Propor anualmente ao Conselho de Administração o plano de actividades e orçamento e elaborar o relatório referente ao ano anterior;

O GQ recebe relatórios, numa base anual, de outros grupos ou Comissões como os de Gestão do Risco, Administração Clínica, Gabinete do Utente, resultados de sondagens a doentes, reclamações, comentários e sugestões do pessoal.

Orgânica do GQ
Coordenação:
A Comissão Coordenadora, multiprofissional, é o órgão executivo do GQ, sendo nomeada, juntamente com o seu presidente, pelo CA, por períodos de três anos e tem a seguinte composição qualitativa:
Elemento Médico (HOSO)
Elemento Médico (HSB)
Elemento de Enfermagem (HOSO)
Elemento de Enfermagem (HSB)
Elemento TDT (HOSO)
Elemento Administração Hospitalar (HSB/HOSO)
Elemento da Gestão Intermédia (HSB)
Elemento SIE (HSB/HOSO)

Apoio administrativo

Técnica superior e Secretária Administrativa a tempo inteiro
Instalações e equipamentos próprios

Núcleo da Qualidade (NQ)
Será o órgão dependente do GQ que em cada hospital é responsável pela aplicação da estratégia de melhoria da qualidade do CH.

É composto pelos elementos representativos do respectivo hospital na Comissão Coordenadora do GQ, sendo um deles o coordenador, nomeado pelo CA.

Tem um elemento administrativo a tempo inteiro e instalações próprias.


Sistema de Gestão Documental da Qualidade (SGDQ)
O Sistema de Gestão Documental da Qualidade uniformiza o estilo e formato dos documentos da Qualidade no CHS, cria um sistema de classificação e numeração dos documentos, define o modo de indexação e compilação em arquivo central de todas as políticas e procedimentos do CHS - Manual de Políticas e Procedimentos (MPP) - e da sua distribuição (de maneira a que todos os elementos do pessoal fiquem obrigados a ler os documentos de políticas e procedimentos relevantes para a sua área de trabalho) e o modo de controlo documental, afim de assegurar que o utilizador final disponha da versão correcta.


Comissão de Gestão do Risco (CGR)
O CHS reconhece o meio hospitalar como um local profícuo em riscos de natureza geral e natureza clínica. Como tal, pretende criar uma estrutura de gestão do risco que lhe permita a identificação, análise, avaliação, tratamento e monitorização dos mesmos, contribuindo para o desenvolvimento de um ambiente mais seguro na prestação de cuidados aos seus utentes, minimizando as perdas e optimizando os recursos.

À Comissão de Gestão do Risco compete apoiar os órgãos de administração em tudo o que diz respeito ao bom desempenho das suas atribuições na matéria, designadamente:
a)    Promover uma abordagem estruturada na gestão do risco, que resulta em sistemas de trabalho mais seguros, práticas mais seguras, instalações mais seguras e uma maior consciencialização de perigo e responsabilidade;
b)    Promover a elaboração, em cada hospital, do Plano de Emergência Interna e do Plano de Prevenção, programando a actuação do CHS nas situações de maior risco potencial na área do concelho de Setúbal;
c)    Assegurar a articulação e colaboração com o Serviço Nacional de Protecção Civil;
d)    Manter a estreita colaboração e contacto, se possível, com os centros operacionais de protecção civil nacionais e regionais, com as corporações de bombeiros, Cruz Vermelha, etc., sempre que for caso disso;
e)    Organizar acções de prevenção, informação, formação e sensibilização dos funcionários de cada Hospital, de forma a mobilizá-los para as situações de emergência.

A Comissão de Gestão do Risco é responsável pela definição e implementação das Políticas de Gestão de Incidentes, de Segurança de Pessoas e Bens, de Saúde e Segurança e pela operacionalidade do Plano de Emergência Interno.

A Comissão de Gestão do Risco, multiprofissional, é nomeada pelo CA, por períodos de três anos e constituída por oito membros:
Presidente do CA do CHS (Coordenador)
Directora de Emergência do CHS
Presidente da Comissão de Controlo de Infecção do CHS
Director do Serviço de Urgência Geral
Responsável do Serviço de Saúde Ocupacional do HSB
Responsável do Serviço de Saúde Ocupacional do HOSO
Director do SIE do CHS
Responsável do Serviço de Instalações e Equipamentos do HSB
Responsável do Serviço de Instalações e Equipamentos do HOSO


Gabinete de Gestão do Risco (GGR)
É uma estrutura dependente da Comissão de Gestão do Risco que em cada hospital é responsável pela aplicação da estratégia de Gestão do Risco do CH.

É composto pelos elementos representativos do respectivo hospital na Comissão de Gestão do Risco, sendo um deles o coordenador, nomeado pelo CA.

Tem um elemento administrativo a tempo inteiro e instalações próprias.


Comissão de Administração Clínica (CAC)
A administração clínica é um quadro estruturado pelo qual o Hospital é responsável pela melhoria contínua dos seus serviços e pela salvaguarda de elevados padrões de cuidados, através da criação de um ambiente propício ao florescimento da excelência nos cuidados clínicos.

A Comissão de Administração Clínica é composta por onze membros, nomeadamente: a Directora-clínica, que preside, os Adjuntos da Directora Clínica, a Enfermeira-Directora, os Adjuntos da Enfermeira-Directora e o Presidente da Comissão Coordenadora do Gabinete da Qualidade.

Compete-lhe, nomeadamente, elaborar as estratégias para o Hospital referentes a:
   •    Melhoria da qualidade clínica;
   •    Auditoria clínica;
   •    Eficácia clínica;
   •    Aperfeiçoamento profissional contínuo para todos os clínicos;
   •    Gestão de risco clínico.

Tem ainda a responsabilidade (directa ou delegada) da elaboração e implementação das Políticas de Admissão, Estadia e Alta, de Investigação, de Ressuscitação e Reanimação e da Gestão de Informação Clínica.

Auditoria Clínica
É a análise sistemática e crítica da qualidade dos cuidados clínicos prestados, que poderá ter como objecto os actos de diagnóstico, o plano de cuidados e o seu reflexo no doente. A Auditoria Clínica ultrapassa a prática individual, inclui referências de intervenções multidisciplinares e centra-se nos processos.

A Auditoria Clínica deve proporcionar o desenvolvimento de estratégias de minimização do risco clínico e de oportunidades de melhoria da qualidade clínica.

Observa e compara as práticas com padrões definidos, corrige-as, implementa e monitoriza a mudança.

Deve incidir sobre diferentes áreas, do plano de cuidados e/ou com ele relacionadas: registos clínicos, incidentes clínicos, acontecimentos adversos e protocolos de cuidados.

As prioridades organizacionais para a auditoria clínica são identificadas e documentadas num Programa Anual de Auditoria Clínica para o CH, elaborado pela CAC.

A CAC é responsável pela nomeação do Gabinete de Auditoria Clínica e Risco Clínico (GACRC), multiprofissional e coordenado por um médico (médicos; enfermeiros; TDT; informático)


Gestão da Qualidade e Risco Local
Cada responsável de serviço/unidade funcional deve nomear um elemento do mesmo para cada uma das áreas - qualidade e gestão do risco.

Estes elementos serão o elo de comunicação preferencial com o Gabinete de Qualidade, Comissão de Administração Clínica e Comissão de Gestão do Risco.

ORGANOGRAMA DA ESTRATÉGIA MELHORIA DA QUALIDADE DO CHS
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